A planta conhecida como murta tem sido alvo de restrições e fiscalização em diversas regiões do estado de São Paulo devido à sua relação com a disseminação de uma das principais doenças que afetam a citricultura brasileira.

Embora seja muito utilizada como cerca-viva e planta ornamental, a murta pode servir de hospedeira para o psilídeo, inseto transmissor do greening, doença que compromete plantações de laranja e outras frutas cítricas.

🌱 Por que a murta está sendo proibida?

A restrição ocorre porque a planta favorece a proliferação do inseto transmissor do greening, considerado uma grave ameaça econômica e ambiental para o setor agrícola.

O estado de São Paulo possui normas sanitárias e medidas de fiscalização voltadas ao controle da doença, especialmente em regiões produtoras.

⚖️ O proprietário pode ser obrigado a retirar a planta?

Sim. Em determinadas situações, órgãos de fiscalização podem exigir:

  • Remoção da murta;
  • Controle fitossanitário;
  • Aplicação de medidas preventivas.

O descumprimento pode gerar notificações e penalidades administrativas.

📌 A proibição vale para todo o estado?

As regras podem variar conforme o município, a região agrícola e as determinações dos órgãos responsáveis pela defesa agropecuária.

Por isso, é importante verificar a regulamentação local antes de realizar plantio ou comercialização da planta.

🚨 Quais cuidados devem ser tomados?

Antes de plantar ou manter murtas em imóveis residenciais ou comerciais, é recomendável:

  • Consultar normas municipais e estaduais;
  • Verificar restrições ambientais e sanitárias;
  • Buscar orientação técnica especializada.

Medidas de controle fitossanitário têm como objetivo proteger a produção agrícola e evitar prejuízos econômicos causados pelo avanço do greening.

Em caso de notificação ou dúvida sobre exigências ambientais e sanitárias, buscar orientação jurídica pode ser essencial para garantir segurança e regularidade.